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Maio 2012 © ISQ
Futuro da energia eólica na produção de electricidade na UE Há cerca de um ano, a Direcção Geral de Energia da UE deu a conhecer os cenários de investimento previsíveis para os próximos vinte anos, para cobrir as necessidades primárias de electricidade e o papel que a Energia Eólica terá neste contexto (EWEA).
A potência instalada em 2010 revelou que a Energia Eólica foi a que teve maior crescimento face às outras formas de produção de electricidade.
No Carvão e no Nuclear, apesar de terem aumentado a instalação, o descomissionamento foi superior a esse aumento, o que representou um hiato preenchido pelas renováveis, com a eólica em primeiro lugar. Com o desastre de FUKUSHIMA vai haver nos próximos anos um decréscimo do Nuclear, que só será ultrapassado com investimentos em sistemas de segurança ou quando o ITER for comercializado, para o que faltarão ainda pelo menos 20 anos. Enquanto o Carvão Limpo não for disseminado, não será opção energética devido às emissões de carbono e outros poluentes. O aço terá uma parte importante em qualquer dos tipos de instalação (com menor valor apenas na energia fotovoltaica). Grande parte do aço será usada em construção soldada o que representará seguramente uma oportunidade de negócio para a Indústria Metalomecânica Nacional, onde o ISQ poderá ter um importante papel a desempenhar, não só em Portugal como noutros Países. O consumo previsível de aço é enorme, mas o que é mais impressionante são os números de turbinas que serão instaladas no offshore, como se pode ver no quadro seguinte.
A Metalomecânica intervirá sobretudo nas torres e no gerador o que permite avaliar os valores que estão em jogo. Só nas torres, estima-se um negócio potencial de mais de 10B€ (2020) e 40B€ (2030) a valores actuais.
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